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Pare o mundo que eu quero descer ...


Raul Seixas

tentando fazer poesia
do que me arranca a Alma,
ela mesma, mesmo que seja em pranto ...

sábado, 26 de novembro de 2011

NOITE


Na força da noite

me sinto, perdida,

tanto que me identificava com ela...

que ela mesma era Eu!!

e... agora não sou, mais, por ora

mas que não desisto da sua procura

em mim, nela .....

para me sentir, parte e mesmo sendo

a NOITE

dentro em mim ....



segunda-feira, 21 de novembro de 2011

NUA


nua,


de mim mesma,


apenas tapada com um véu transparente,


que tudo tapa, o que sinto


mas que não tapa quem sou,


para quem realmenteme me sente dentro ....


sábado, 12 de novembro de 2011

PROCURO



neste castelo, me sinto, perdida, e sem mim ...

Sem Luz





porque me sinto assim, perdida,

sempre ...

mesmo que te busque, cada milésima de segundo, na minha alma

e não te encontre,

aqui, onde me deixastes, perdida, e sem mim,

com dores atrozes, que sinto, na alma

e dentro em mim ... fisícas e mais

porque, indagando, sempre, o porque

não alcanço a tua grandeza

que sinto dentro






ANALUZ. sem Luz


Grandeza de Deus





o que apenas sinto, ora, dentro em mim

que nada sou, na grandeza do pequeno universo que sou parte

nos milhões, triliões, e mais ões que sei que o universo É

universo, universos, e mais ersos, que sei que existem, sinto, 

apenas, procuro, em demasia

dia a dia, segundos, milésimas, do meu dia a dia

entender tua grandeza, meu Pai

e porque, que, na minha pequena lucidez

busco a tua grandeza dentro em mim


ANALUZ





terça-feira, 25 de outubro de 2011

Conte Comigo


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terça-feira, 11 de outubro de 2011

Fuga









fujo, fujo, fujo, e derrotada, estaco ...


não consigo separar-me, desapegar-me mesmo que fuja, de mim mesma,


na fuga, reconheço, com dor, a ilusão da vida, daquilo que vivo,


todas as noites, na escuridão, prego dentro, clamo, no intuito da dor fugir de mim


quando tento manter os olhos abertos, contradizendo ferozmente o seu fechar


mas ela permanece, quando,


na redenção do sono fecho os olhos, de dor


e acordo, e sinto-a, primeiro que tudo, latejando,


não foi embora, não ficou nos sonhos onde outra vez a senti,


onde viveu, solta, sem controlo, sem rumo,


e mais um dia de luz, lá fora, que me magoa, mata minha retina, encolhida na escuridão que me vai dentro


e, mais uma vez, sem forças, e em dor, percorro mais um espaço de tempo


empurrada, obrigada, e na esperança que chegue a noite, para, tentar conseguir


manter os olhos abertos, contra mim mesma, fatigada ...


e não cair, de novo, no sono de dor que me irá trasportar, novamente,


ao dia de luz, que me faz lutar contra ele, brutalmente, e


com todas as  minhas forças, fugir, mais uma vez


sem sair do mesmo lugar que não de mim mesma ...












Analuz



domingo, 11 de setembro de 2011





Sou talvez a visão que alguém sonhou
Alguém que veio ao mundo prá me ver
E que nunca na vida me encontrou
   

Florbela Espanca

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

fugiu de mim




A magia da vida, sinto-a perdida, nem sei mais onde ela habita


coração partido, mil bocados caídos, não me preocupando de os recolher

sombras, muitas, e medo delas, me refugio


para não sentí-las, mais uma vez,


nada me aqueçe, me retira de mim, do que sinto


nada nem ninguém, já me consegue resgatar ... eu sei

como desejo neste reino que vivo, encarcerada


sentir-me viva, apenas segundos dela


e ser, eu, que nunca fui

regojizando-me na sua plenitude


mas, e apenas, não sinto meus limites, se me afastam


e rumo, cada vez mais para o que me mata, mais um bocado


como sinto, me mata


mato-me, todos os dias. mais um bocado


deliberadamente, mas sem outra saída


por me ter desapaixonado da vida

e ela, não mais me transmitir energia, não retiro dela, nada, apenas mais um dia ...

meu coração, minha mente já não me acompanham, na alegria

neste fulo e doido jogo da vida


que apenas arrasto, quase sem forças


para conseguir ultrapassar, 

dia a dia


apenas mais um dia ...





Analuz


terça-feira, 6 de setembro de 2011

morrendo




vivendo, assim

recordando, para sempre o que me levou bocados da minha alma

me recortou, por dentro, esquartejando

e ela, pequena se tornou

e não, assim, se conseguindo enquadrar na imensidão da vida que se me apresenta

dia a dia

e dói, como dói, Deus meu

como dói, dentro

não sentir conseguir alcançar, nada

não conseguir, mesmo esperando, sempre

que a vida onde me deixastes, tão só

e por muito que busque, nada encontro

apenas, e isso sim

a minha consciência, plena

de que não sou nada, aqui

apenas sou, sinto-me,

na imensidão deste mundo

uma lágrima mais

caíndo sem fim ...










domingo, 28 de agosto de 2011

A TI



A Ti, mais uma vez


porque cada vez que estou contigo, te consigo sentir, dentro,


e sinto que és aquilo que sempre quiz ser


um mundo de ilusões que com Fé, vais alcançar,

a Fé que sempre te ensinei, mostrei 


para que neste mundo vivenciasses a tua vitória


depois de muitas buscas, em outras


e quando te olho, te sinto pequenino, terno, 


mesmo homem que já és


fostes, és e serás sempre


a razão, minha, de ter cá voltado a este mundo

meu orgulho, só num olhar encontrando o teu

no sorriso que apenas mostras


no carinho que me mostras em tudo isso


no sentir que me queres muito


eu sei, como sei, que apenas vim,


para te dar a oportunidade através de mim de cá voltares


e te realizares


e eu ...


apenas para estar contigo, tua alma,


mais uma vez .....




Analuz



Aquilo a que a lagarta chama fim do mundo, o homem chama borboleta.
(Richard Bach)

Somos prisioneiros da vida e temos que suportá-la até que o último viaduto nos invada pela boca adentro e viaje eternamente em nossos corpos

Raul Seixas

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